E lá vai um ano, como outros, imensamente cheio de coisas, factos e circunstâncias… Mas muito marcado pela dor de um familiar doente, que dia a dia vai existindo cada vez menos.
Foi um ano para perceber a falta do meu egoísmo, que poderá ser entendido nos seguintes moldes: a vida que levo não é uma realidade objectiva de felicidade! Sei o que posso fazer para mudar isto, mas tenho condicionantes que permitem um dever de esperar.
E quem espera por vezes desespera. Os que me rodeiam, conheço-os bem. Não são uma desilusão, são apenas o exagero da minha ilusão acerca deles… largar essas partes a mais é um exercício que leva um máximo de energias, mas faz-se. A palavra desistir, que existe no meu vocabulário quando outros me contam situações e acções de merda e que a utilizo, não se encontra no meu prático agir. Permanecer, resolver, terminar, são sopros mais agradáveis de realizar.
O blog, tem sido uma bonita árvore, num jardim com outras espécies (tu, tu, tu, …) que de vez em quando visito, acusando a minha consciência de mau-tratador. Afloram tantos sentimentos da faculdade, da cidade estranha, dos colegas…
Bem e vai 2014. Vai e fica, diante de tudo um "obrigado". Promessas… quem me dera fazê-las.